Delage realiza ação social junto à ONG One by One

Você sabia que uma criança portadora de necessidades especiais precisa trocar a cadeira de rodas a cada 2 ou 3 anos? E que essa cadeira precisa ser fabricada sob medida?

 

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Entrega em 13 de maio

Muitas famílias não têm condições de arcar com os custos decorrentes dessa necessidade, e é aí que entra o belo trabalho da ONG One by One, a qual conta com o apoio da Delage para dar continuidade à sua missão.

 

Simone Peixoto, Sócia-Diretora da Delage, é a grande idealizadora do projeto na empresa cujo propósito é doar uma cadeira de rodas a cada novo cliente conquistado. Para compartilhar os frutos colhidos em 2018, em 13 de maio e 9 de setembro deste ano foram doadas novas cadeiras, todas feitas sob medida para as crianças que as receberam.

 

A organização One by One, localizada no Rio de Janeiro, atua na inclusão social de crianças especiais com baixa renda. Uma de suas iniciativas principais é oferecer a mobilidade através de cadeiras de rodas, contando com o apoio e doações de pessoas físicas e jurídicas. A ONG acolhe a criança em sua primeira cadeira de rodas e passa a acompanhá-la, oferecendo aulas de estimulação e alfabetização, além de contar com projetos voltados para as mães.

 

Para fazer parte dessa corrente do bem, Simone Peixoto, que já trabalhava como voluntária na ONG, organizou a doação das cadeiras e contou com a ajuda de colaboradores da Delage para fazer a entrega pessoalmente, em dois encontros marcados por muita emoção.

 

Missão especial

 

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Entrega em 09 de setembro

A fundadora da One by One, a argentina Teresa Stengel, vê a iniciativa da Delage como um grande exemplo para outras empresas. “Eu acho que muito lentamente tem acontecido uma mudança na sociedade a respeito do papel das empresas quanto à responsabilidade social, ou seja, de trabalharem e terem um olhar diferente para quem mais precisa”, diz. Teresa elogia a iniciativa de Simone, a qual ela já conhecia pela atuação como voluntária da ONG. “O que eu achei mais interessante na ação da Simone foi trazer essa responsabilidade para dentro da Delage, esse olhar para o outro, o que eu considero extremamente importante, porque se cada um faz um pouquinho, o mundo seria completamente diferente. Com relação à sociedade, eu penso que quem teve a oportunidade de estudar tem a responsabilidade de gerar oportunidade para os outros, e é isso que eu sinto que a Delage está fazendo: dando melhor qualidade de vida a essas crianças e a essas mães, e isso é importantíssimo”, pontua.

 

Simone, por sua vez, destaca a satisfação em ajudar uma organização séria e comprometida com o bem-estar de crianças portadores de deficiência. “Eles têm uma fila enorme de meninos e meninas esperando uma cadeira de rodas. Acho que somos tão abençoados que é nosso dever como pessoa física e jurídica ajudar o próximo. Na verdade, fazemos para ajudar outra pessoa, mas no fundo somos nós mesmos que crescemos e evoluímos! De tudo isso surgiu a ideia da campanha, em que a cada venda doaríamos uma cadeira”, afirma.

 

Ainda segundo Simone, o objetivo de convidar os funcionários para participar da doação é uma forma de mostrar que eles também contribuíram para que o sonho das crianças fosse concretizado, uma vez que o empenho de cada um ajuda a empresa a conquistar novos clientes. “Foi muito legal! Espero que possamos continuar esse lindo projeto e que possamos sempre doar várias cadeiras!’’, ressalta.

 

Raquel Aguiar, RH da Delage, relata que se sentiu emocionada ao receber o convite para participar da entrega das cadeiras. “É gratificante fazer parte de uma organização que se preocupa com crianças portadoras de necessidades especiais. Considero que ações como esta, além do objetivo de inclusão social, nos proporciona praticar a fraternidade e evoluirmos como cidadãos”, diz. Raquel acrescenta que a iniciativa da doação das cadeiras feitas sob medida foi um grande sucesso e habilita a empresa a se engajar em outras campanhas e ações positivas, buscando sempre um olhar solidário a quem necessita.

Unilider, uma das maiores e mais importantes distribuidoras de bens de consumo do Brasil agora é Powered by WMS Delage ® Rx

Highlighs:

● A Unilider vai implantar o WMS Delage® Rx em seus três CDs, no RJ e ES.

● A empresa atende a mais de 15 mil clientes, é destaque na distribuição P&G, além de ter como fornecedores as principais marcas do País.

● Delage e SAP (S/HANA) foram escolhidas para trazer mais eficiência, performance e segurança à operação.

● O WMS Delage® Rx, segundo os Diretores da Unilider, foi o sistema que apresentou o maior nível de aderência e inovação para o negócio.

 

Uma das maiores e mais importantes empresas do Brasil do segmento de distribuição acaba de escolher o WMS Delage® Rx como o seu software de gestão logística. A Unilider, que hoje ocupa a posição de destaque entre as maiores distribuidoras de Procter & Gamble do País, vai implantar o sistema da Delage em seus três centros de distribuição, localizados em Serra- ES, Rio de Janeiro- RJ e São Fidelis-RJ.

 

Grade UniLider

Com mais de 16 anos de mercado, a Unilider tem como fornecedores os principais grupos empresariais do Brasil, tais como Alpargatas (Havaianas), P&G, PepSico, Masterfoods, Mondelez, GlobalIbev, Duracell, FortLar e Reckitt Benckiser. Atualmente, a distribuidora conta com 15 mil clientes e comercializa três mil SKUs. Sua força revela-se não apenas em relação ao seu porte como também em termos de faturamento: só no ano de 2018, foram mais de R$700 milhões faturados, o que conferiu à empresa o 4º lugar no Ranking Atacado Distribuidor da Abad/Nielsen. Além da relevância no território nacional, a companhia é líder nos estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo e está entre as 1.000 maiores empresas do Brasil.

 

Diante de tamanho sucesso, o propósito da Unilider é contar com os melhores parceiros para crescer cada vez mais, conquistando novos clientes e agregando outros importantes fornecedores. Para tanto, a empresa tem priorizado o investimento em tecnologia para a automação de seus três CDs. Uma das iniciativas foi buscar um WMS capaz não só de atender às especificidades da sua operação, mas principalmente suportar o crescimento planejado através de todo o processo de Transformação Digital que a empresa iniciou este ano. Ao lado do ERP SAP® S/HANA, o WMS Delage® Rx foi o sistema escolhido para trazer mais eficiência, performance e segurança à operação, através de seus processos inovadores e especializados na Cadeia de Abastecimento do Mercado Nacional.

 

O alto nível de aderência e inovação presentes na solução, a grande flexibilidade e parceria da Delage e o índice de satisfação e a excelência das operações observados nas visitas aos clientes que já usam o WMS Delage® Rx foram os destaques no processo de seleção, segundo o sócio-diretor Badger Hentzy e seus executivos de TI, Polliana Lima Molinari, e de Logística,  João Antônio Rodrigues de Oliveira.

 

A Delage agradece à Unilider pela confiança e dá as boas-vindas ao novo cliente que, certamente, será mais um case de sucesso!

Porque o WMS é a solução para o melhor controle de estoque

Sistema de gestão de armazéns ajuda no monitoramento de processos, conferência de produtos na entrada e saída, inventários e troca de informações com outros setores da empresa

 

Todo gestor logístico lida com o desafio de garantir a acuracidade do estoque. E essa não é uma tarefa fácil, afinal é necessário ter um alto controle de tudo o que entra e sai do armazém, além de acompanhar os processos internos e ter uma boa comunicação com os outros setores da empresa, como Compras e Vendas. Em postagens anteriores, falamos sobre as causas de problemas no estoque, bem como das suas consequências, e apresentamos 10 dicas para aprimorar a acuracidade. Neste texto, mostraremos como o WMS pode ser um grande aliado para se alcançar um maior controle do estoque, na medida em o sistema automatiza processos e centraliza as informações, permitindo um monitoramento total de tudo o que acontece dentro do armazém.

 

Como dizia o escritor Arthur C. Clarke, “qualquer tecnologia suficientemente avançada é equivalente à mágica”. E realmente o que um WMS faz por um centro de distribuição parece um truque. Empresas que antes perdiam grandes somas por falta de controle de estoque e que implantaram o WMS, passaram a conseguir níveis de acuracidade próximos de 100%. E isso significa ganhos diversos, pois o controle ineficiente do estoque faz com que haja uma série de problemas como: excesso de estoque de segurança ou risco de falta de estoque (stockout), perdas que muitas vezes não são percebidas e um custo operacional elevado. É por isso que os principais líderes em Supply Chain já utilizam o software, sendo referência no mundo dos negócios.

 

O que é WMS?

A sigla WMS vem do inglês Warehouse Management System (Sistema de Gerenciamento de Armazém). Trata-se de um software desenvolvido para oferecer soluções que otimizam os processos operacionais dentro de um CD e com a redução de custos. O WMS não é apenas um sistema para controle de estoque. A tecnologia oferece uma série de funcionalidades que beneficiam a gestão como um todo, pois trata a mesma como se fosse uma linha de produção, em que todas as etapas são importantes para se alcançar o objetivo final – neste caso, a disponibilidade de mercadorias e serviços na quantidade certa, no momento certo e no lugar certo.

 

O WMS está presente desde o recebimento do produto, passando pelo endereçamento e armazenamento, até a expedição e o abastecimento da linha de produção. Sua missão é garantir que os processos aconteçam de forma organizada e com o melhor uso dos recursos de um armazém (pessoas, equipamentos e área). Quando o produto chega no armazém ou quando um pedido é processado, o WMS difunde uma onda, gerenciando as tarefas que precisam ser executadas, sejam as de armazenamento ou de separação/expedição. Todos esses processos são registrados com as ferramentas adequadas (ex: coletores de RF), permitindo que haja um controle total do que acontece dentro do CD. Isso inclui informações de quantos produtos entraram e saíram, onde estão alocados, nível de estoque, movimentações realizadas, dentre outros dados essenciais para garantir uma gestão logística de excelência.

 

wms-controle-do-estoqueComo o WMS ajuda efetivamente no controle do estoque?

Essa é uma questão importante e que pode ser respondida de forma simples: ao possibilitar um monitoramento completo das movimentações do produto, registrando todos os processos realizados, o WMS possibilita ao gestor ter as informações certas sobre o estoque. Isso significa que com o WMS o Índice de Acuracidade de Estoque, que mede quanto o estoque físico se equipara ao estoque no sistema, tende a ser próximo de 100%. Nos parágrafos seguintes, detalharemos algumas funcionalidades do software que garantem esse resultado:

 

 

Inventários periódicos

Muitas companhias optam por fazer o inventário de estoque apenas uma vez ao ano, o que pode ser um risco, pois qualquer lacuna só será percebida quando for feito o levantamento anual. Com o WMS, é possível realização de contagens cíclicas e com a empresa operando. Essa é uma das grandes recomendações dos especialistas em logística: que as empresas façam inventários periodicamente, uma vez que quanto maior a frequência das contagens, maior a possibilidade de se encontrar a causa das disparidades de estoque, perdas e erros de movimentação e operação.

Além disso, no caso do WMS, como o inventário é realizado de forma automatizada, com auxílio dos registros feitos na entrada, no armazenamento e na saída, o sistema pode ajudar também a reduzir o erro humano na contagem.

 

Um estudo realizado por Rafael de Assis e Juliana Sagawa, do Departamento de Engenharia de Produção da Universidade Federal de São Carlos – UFSCar, mostrou como o WMS foi fundamental para aumentar a acurácia da empresa pesquisada. Eles avaliaram uma montadora multinacional, a qual implantou o WMS e teve a confiabilidade de estoque elevada de 87% para 98%, com perspectivas de chegar a 99% no ano seguinte. Com o uso do software e a contagem cíclica em tempo integral, houve a redução das divergências em mais de 96%.

 

Outro benefício do WMS é que o sistema pode oferecer diversos modelos de inventário (Geográfico, Produto, Amostragem, dentre outros) ideais tanto monitoramento das movimentações no armazém como para inspeções rotineiras de qualidade.

 

wms-integracao-erpIntegração com o ERP

A troca de informações entre as equipes de Compras, Vendas e Logística é fundamental. Para isso, é importante que o armazém conte com um sistema que seja integrado ao ERP. Com o WMS isso é possível, formando um processo coeso que começa no ERP, passa pelo WMS e volta novamente ao ERP.

 

Na verdade, o WMS e o ERP trocam informações o tempo todo a respeito do que deu entrada no armazém, o que foi separado, o que foi faturado e o que foi entregue. Com isso, os setores responsáveis por fazer a compra de mercadorias para a reposição de estoque saberão exatamente quando cada item precisa ser adquirido, mantendo o nível de estoque ideal. Assim também, a equipe de vendedores terá sempre informações atualizadas sobre quantos produtos estão disponíveis para a comercialização. E o mais importante: os gestores do armazém saberão exatamente como se encontra o seu estoque.

 

Registro e segurança

Como o WMS gera uma onda no CD, fazendo com que cada operador receba a notificação de uma tarefa a ser realizada, precisando bipar os produtos e endereços, todas as atividades são registradas no sistema. Com isso, é possível saber quem executou cada ação, o que garante muito mais segurança.

 

Registro e segurança significam maior controle de estoque, pois evita extravios e perdas e, quando acontecem, permite a rápida identificação das causas/responsáveis e correção de falhas.

 

Conferência e rastreabilidade

Através do WMS, todos os produtos são conferidos na entrada, podendo, inclusive, ser feita uma conferência cega, em que o operador checa os itens sem saber o que consta na nota. Dessa forma, aumenta-se a acuracidade do estoque na medida em que aquilo que está no estoque físico é posteriormente correlacionado ao que está no sistema, permitido a detecção de qualquer falha e os ajustes necessários.

 

Outra funcionalidade do WMS é a rastreabilidade dos itens. Isso é feito através da bipagem do código de barras e conferência de dados importantes como lote, data de validade ou IMEI. Todas as informações são registradas no sistema assim que um produto dá entrada no armazém. Desse modo, é possível fazer o controle de avarias e monitorar exatamente onde o determinado produto se encontra: se está armazenado, se já saiu para a separação, se foi expedido e o local de sua destinação. Além disso, caso haja produtos vencidos em armazenamento, o sistema também traz essa informação. Lembrando que o software segue os parâmetros FIFO e FEFO.

 

Enfim, se a sua empresa ainda não possui o nível ideal de acuracidade de estoque (99-100%), é hora de pensar em implantar tecnologias que auxiliem na gestão do armazém. Muitas oportunidades de investimentos no seu negócio podem estar sendo perdidas devido à cobertura de prejuízos causados pela falta de controle. Por isso, é importante priorizar as inovações que vão trazer ganhos reais para a sua operação.

 

Para saber mais sobre o WMS e seus benefícios, clique aqui ou entre em contato com nosso time de especialistas.

 

 

Falhas no seu estoque? Confira 10 dicas para melhorar a acuracidade

Descubra como aprimorar a gestão logística, garantindo o melhor desempenho do seu armazém

 

Se tem algo que prejudica muito a gestão intralogística é a falta de acuracidade no estoque. Nas últimas postagens, tratamos das causas e também das consequências de um controle ineficaz dos itens armazenados. Mostramos que quando existem divergências entre o que está no sistema e o que consta efetivamente no armazém, os riscos de prejudicar as operações, de ter perdas financeiras e até mesmo de gerar a insatisfação de clientes são grandes. Daí a importância de buscar formas para melhorar o Índice de Acuracidade do Estoque. É o que vamos tratar neste texto.

 

Primeiramente é válido reforçar: o controle no sistema tem que corresponder à realidade. Esse é o objetivo principal, uma vez que garante uma boa gestão de compras, um relacionamento forte com os fornecedores e também uma maior eficácia tanto no recebimento dos produtos, quanto na sua expedição e reposição. Pense que o registro de produtos existe exatamente para facilitar o trabalho de todos os setores, permitindo que cada área tenha condições de verificar como o estoque se encontra – se há produtos disponíveis para a venda, se é necessário fazer o reabastecimento, se existem itens próximos do vencimento, dentre outras informações. É com base nesses dados que os times de Compras e Vendas, por exemplo, desenvolve as suas estratégias, ou seja, setores estratégicos para a lucratividade da empresa dependem de um alto nível de acuracidade do estoque.

 

Tendo essa ideia em mente, podemos avançar para as formas de garantir melhores níveis de acuracidade. Mas é fundamental fazermos mais uma observação: toda a sua equipe deve estar empenhada em trabalhar por essas melhorias. Nesse sentido, motivar os funcionários, mostrando que um alto índice de acuracidade do estoque traz benefícios para todos é parte do seu papel enquanto gestor.

 

Melhorando o controle de estoque na prática

O ideal é que o Índice de Acuracidade do Estoque de seu Armazém esteja próximo de 100%. Pode parecer difícil, mas com alguns ajustes é possível chegar lá! Confira as 10 dicas que podem te ajudar nesse propósito:

 

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1- Acompanhe o desempenho do estoque através de indicadores

Ter informações sobre a quantidade de produtos que estão chegando em seu armazém, o número de itens armazenados e quantos estão sendo expedidos é essencial para controlar o nível do seu estoque. Esses dados precisam ser registrados com bastante critério para que sejam condizentes à realidade. Você também precisa acompanhar o trabalho desenvolvido pelos operadores, acompanhando as tarefas que cada um está realizado, pois isso evita que quaisquer danos ou perdas sejam omitidos. Enfim, é importante contar com KPIs e relatórios que informam como as coisas estão indo no seu armazém e o que precisa ser melhorado.

 

2- Faça inventários periódicos

A melhor forma de evitar grandes perdas, é realizar inventários cíclicos, acompanhando bem o seu nível de estoque. A realização de contagens periódicas também possibilita identificar qualquer pequena divergência que possa existir entre o estoque físico e o estoque no sistema, permitindo que se façam correções rapidamente.

 

3- Aprimore seus processos de conferência de produtos na entrada e na saída

Melhorar a conferência e o rastreio de produtos na chegada e na expedição permite que você esteja com o estoque sempre em dia. Por isso, invista em ferramentas e processos que facilitem essas operações, e não se esqueça de que todos os detalhes de um produto precisam ser registrados quando ele entra no armazém. Essas informações são essenciais para o time de Vendas e também para qualificar a sua gestão logística.

 

4- Defina um estoque mínimo e um estoque máximo

Outra medida essencial é estabelecer a quantidade mínima de um produto em estoque – para que não fique em falta e atenda toda a demanda – e a quantidade máxima – de modo que os itens armazenados não fiquem estagnados. Quando são delimitados o estoque mínimo e máximo, fica mais fácil para o time de Compras definir o momento certo de reabastecimento.

 

5- Alinhe o controle do estoque com as metas de vendas

Para definir os limites mínimo e máximo de estoque é preciso saber bem como as vendas então indo. Isso te ajuda também a determinar os prazos e modos de reposição. Por isso, a troca de informações entre os setores de Logística e de Vendas é fundamental. Uma área sempre estará ajudando a outra com os dados a respeito das suas operações.

 

6- Mantenha um estoque de segurança

O estoque de segurança é importante para cobrir variações inesperadas no seu negócio. Trata-se de uma pequena margem que ajuda a garantir as vendas.

 

7- Procure alocar os produtos em espaços adequados

Atender às regras de armazenamento dos produtos é essencial para evitar perdas. Pode ser que as adaptações em seu armazém para atender às características específicas de um item requeiram um investimento, mas lá na frente isso vai impedir que você tenha prejuízos por má alocação.

 

8- Planeje a reposição de produtos com antecedência

Planejamento é a palavra de ordem! Programe a reposição de estoque com antecedência. Não deixe os seus produtos acabarem para pensar nisso.

 

9- Acompanhe as informações sobre o seu mercado

Esteja atento às notícias e informações referentes ao mercado em que a sua empresa atua. Isso pode gerar impacto no volume de vendas e o seu armazém tem que estar preparado para atender qualquer demanda nova.

 

10- Conte com a ajuda de um sistema de gestão de armazéns

Um software de gestão de armazéns pode te ajudar muito a melhorar o controle e a acurácia de seu estoque. Isso porque ele permite a automatização de processos, evitando falhas que geram prejuízos, além de oferecer ferramentas que garantem um controle mais rigoroso de todas as informações relacionadas ao seu armazém. Inovar é essencial para o seu negócio sobreviver em um mercado altamente competitivo. Por isso, investir em tecnologia deve ser uma de suas prioridades se você quer que a sua empresa cresça e se destaque. Pense nisso!

 

Ainda não sabe por que o WMS  é a solução perfeita para seu negócio? Entenda agora mesmo!

Entenda como a baixa acuracidade de estoque afeta o seu negócio

Falta de controle intralogístico pode comprometer setores de Compras, Vendas, Produção e até mesmo o Marketing

 

Problemas de acuracidade no estoque estão entre os principais desafios de um gestor de logística e devem ser vistos com alerta porque comprometem vários processos, causando quedas de produtividade, retrabalhos e o mais perigoso: perdas financeiras. O estoque é um dos eixos centrais de um negócio e, caso não seja bem gerenciado, pode causar erros no planejamento, na produção, nas compras, nas vendas e até mesmo nas ações de marketing da empresa.

 

Como vender sem saber quanto a empresa tem disponível? Como contatar os fornecedores sem saber a quantidade ideal a ser solicitada? Como atender os pedidos dos clientes sem a garantia de que serão atendidos corretamente e no prazo ideal? É por esses motivos que a manter a acuracidade do estoque se torna essencial para a saúde da sua empresa. Assim como a gestão financeira, o gerenciamento intralogístico afeta vários os setores e, por isso, merece especial atenção. Neste texto você vai conhecer as principais consequências da falta de acuracidade do estoque, percebendo o quanto é importante garantir níveis próximos de 100%.

Acuracidade = decisões corretas e ganhos

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O termo “acuracidade” tem origem na palavra inglesa “accuracy” e traz em seu significado a ideia de precisão. Ao aplicar esse conceito ao Supply Chain, é possível concluir que quanto mais precisos forem os dados referentes ao seu estoque, mais seguras serão as decisões de seu gerenciamento. Basicamente, o índice de Acuracidade do Estoque mede o quanto o seu estoque físico está igual ao seu estoque no sistema. E o ideal é que não haja qualquer divergência, uma vez que os times de Produção, Compras e Vendas desenvolvem o seu trabalho com base nos dados que estão registrados.

 

É importante destacar também que a acuracidade do estoque tem relação direta com a gestão financeira, afinal, o estoque é parte do capital de giro de um negócio, sendo um de seus ativos mais importantes. Se os níveis de acuracidade não estão bons, isso significa que pode haver estoque em excesso ou em falta, gerando custos adicionais ou provocando prejuízos e perda de vendas. Em ambas as situações, a lucratividade do negócio é prejudicada, daí a necessidade de se encarar a acuracidade de forma estratégica e com seriedade.

 

Consequências da falta de acuracidade do estoque

 

Até o momento, já deu pra perceber que uma empresa não tem uma boa gestão de seu estoque, poderá provocar problemas em várias áreas e gerar prejuízos. Mas os danos não se resumem a esses dois pontos. Existem outras consequências que você precisa conhecer em detalhes para evita-las:

 

1 – Impacto no controle de lotes

Se o seu estoque físico não condiz com o estoque no sistema, isso significa que o seu armazém não tem um rastreio efetivo de lotes e, nesse caso, as divergências prejudicam no acompanhamento das condições de cada item armazenado. A manutenção da acuracidade garante, por exemplo, um maior controle sobre produtos armazenados que estão próximos da data de vencimento, assim como o monitoramento preciso em caso de bloqueios ou recall. Buscar a igualdade dos dados é, portanto, uma forma de manter a organização e evitar perdas desnecessárias.

 

2 – Redução do nível do serviço e consequente queda de vendas

Se um cliente solicita um produto que consta no estoque do sistema, mas está em falta no estoque físico, é bem provável que o seu pedido não seja atendido da forma e no prazo que ele esperava. Nesse caso, ou o cliente irá cancelar a compra ou a entrega sofrerá um grande atraso. Esse tipo de situação, além de reduzir o nível do serviço, traz um impacto direto no time de Vendas, pois a ruptura de pedidos pode significar além da perda da venda, a perda de um cliente em definitivo.

 

No caso do estoque de indústrias, a falta de acuracidade pode afetar também a entrega dentro do prazo por falta de matéria-prima e, assim, comprometer a credibilidade da empresa.

 

3 – Risco de interrupção do fornecimento por stockout

Se o seu time de Compras não tem os dados corretos para solicitar o reabastecimento, pode acontecer uma ruptura do estoque (stockout). E aí a consequência é o risco de interrupção do fornecimento pela sua empresa.

 

4 – Queda de produtividade e retrabalho

É praticamente impossível não associar a falta de acuracidade do estoque à queda de produtividade no armazém, afinal, se os dados não estão em consonância, muitos funcionários perderão o seu tempo fazendo uma reposição desnecessária ou mesmo tentando atender pedidos sem que o produto esteja disponível. Além disso, depois que a falha é notificada, há o retrabalho, pois os erros precisam ser corrigidos e os pedidos refeitos. Vale acrescentar que as divergências podem até ocasionar em uma parada de produção, com funcionários ociosos durante o horário de expediente.

 

5 – Impacto nas negociações de compras e envios emergenciais com frequência

Quando há a ruptura de estoque, todos os setores correm para adquirir o produto em falta o mais rápido possível. Com isso, o time de Compras não consegue negociar preços melhores com seus fornecedores. Além disso, passam a acontecer os envios emergenciais, que deixam de ser pontuais e se tornam ser rotineiros. Em ambas as situações, haverá custos não previstos.

 

6 – Dificuldade de retorno do investimento pelo excesso de estoque

Em uma situação inversa à apontada no item anterior, quando o estoque está em excesso, a empresa demorará mais tempo para reaver o capital investido na aquisição de produtos e pode até ter uma grande dificuldade em sua comercialização, já que o seu estoque está acima da margem de vendas. Em caso de itens perecíveis, o risco de perda é alto.

 

7 – Ineficiência na operação

A falta de acuracidade do estoque afeta a eficiência das operações como um todo, causando diversos problemas, tais como: atrasos nos processos, movimentações desnecessárias, gastos adicionais com transporte, perda de produtos, além de custos adicionais em caso do estoque em excesso ou da necessidade de rápida reposição.

 

8 – Impactos diretos na gestão financeira

Por último, a falta de acuracidade do estoque traz uma série de impactos na gestão financeira da empresa. Além de todos os custos extras e prejuízos causados pelos problemas anteriormente citados, as divergências de informações acabam por prejudicar os cálculos de custos e a lucratividade do negócio.

 

Por esses e outros motivos, é que a busca pela acuracidade do estoque deve ser uma das prioridades da sua gestão, pois trata-se do alicerce para que todo o trabalho logístico funcione bem. Busque formas de aprimorar os níveis de acuracidade contando com o suporte de tecnologias que automatizam e integram processos. E não se esqueça: você precisa ter informações em tempo real sobre as operações em seu armazém para que possa identificar as divergências antes mesmo que elas aconteçam.

 

Para ajudá-lo a melhorar os níveis de acuracidade de seu armazém, preparamos dez dicas valiosas para evitar falhas no estoque. Clique aqui e leia o conteúdo agora mesmo!

Diretor do Grupo DPSP apresenta case de sucesso com a Delage no XXV Fórum ILOS

Na manhã desta terça-feira (24) aconteceu a palestra “Disaster Recovery: como planejar e implementar simultaneamente contingência e um novo centro de distribuição durante crises de abastecimento”, ministrada pelo Diretor de Logística do Grupo DPSP, Jonas Cézar Laurindvicius e pelo Diretor Comercial da Delage, Bruno Faria Honório, no XXV Fórum Internacional de Supply Chain, em São Paulo.

 

Diante de um auditório numeroso, Laurindvicius relatou a experiência vivenciada em maio de 2018, quando o armazém da Drogarias Pacheco localizado na Pavuna (RJ) foi atingido por um incêndio. O CD era responsável pelo abastecimento de 319 lojas localizadas nos estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo e Paraná. O Diretor do Grupo DPSP detalhou como a equipe se mobilizou e tomou decisões estratégicas para manter temporariamente o abastecimento das lojas sem causar qualquer impacto significativo na distribuição. Laurindvicius falou também sobre o projeto de implantação de um novo CD, localizado no GLP Irajá (RJ). Para dar conta do grande desafio, o Grupo DPSP contou com o apoio da Delage, que se empenhou para que o WMS Rx fosse instalado rapidamente no novo armazém. E tudo aconteceu de forma surpreendente: 48 horas após o incidente, as lojas já estavam sendo abastecidas através de sites de outros estados, e em apenas 45 dias foi implantado o novo CD com o sistema da Delage.

Preparo e agilidade na contingência

Na abertura de sua fala, Jonas Cézar Laurindvicius argumentou sobre os riscos em operações logísticas, os quais qualquer empresa pode estar sujeita. Segundo o Diretor do Grupo DPSP, eventos e ameaças à operação logística podem causar danos internos que resultam em perdas financeiras e queda da reputação. E mesmo que a empresa esteja busque evita-los, há sempre a ameaça de algo acontecer e trazer impactos, daí a importância em estar preparado para lidar com qualquer situação imprevista.

 

Laurindvicius relata que após o incidente no armazém da Drogarias Pacheco (RJ), a decisão mais difícil foi não ir para o Rio após o evento. “Era preciso manter o controle e focar no abastecimento das lojas. Para isso, escolhemos as pessoas certas no war room para a tomada de decisões”, detalha. E essa forma de gestão fez toda a diferença. Ao apresentar a time line da contingência, o Diretor da companhia mostrou como a equipe se mobilizou rapidamente para resolver a situação. Em menos de 5 horas após o incêndio, o Plano de Contingência estava definido e em menos de 24 horas 50% das lojas impactadas já estavam sendo abastecidas. Após 48 horas, 100% das lojas passaram a contar com o abastecimento normalmente.

 

O Diretor de Logística do Grupo DPSP explicou que a organização do abastecimento temporário das lojas levou em conta as questões tributárias e de logística. O CD de São Paulo passou a entregar para algumas lojas do Rio de Janeiro e Paraná; o CD de Minas Gerais cuidou da distribuição de unidades no Rio de Janeiro; e o CD da Bahia abasteceu as lojas do Espírito Santo.

Novo CD

Com a primeira questão solucionada, era momento de pensar na implantação de um novo armazém no Rio de Janeiro. O local escolhido foi um galpão de 28 mil m² do GLP de Irajá, situado próximo à antiga operação da Pacheco. Para cuidar da gestão do CD, o Grupo DPSP optou pelo WMS Delage® Rx, o qual já era utilizado no armazém da Pavuna. De acordo com Laurindvicius, a escolha pela Delage justificou-se por se tratar de “um fornecedor no mesmo horizonte que o Grupo DPSP”. Vale destacar que o WMS Delage® Rx já tinha gerado ganhos importantes para a operação logística da Drogarias Pacheco. Ainda segundo o palestrante, empresas grandes, de fora, não têm o mesmo engajamento que as nacionais.

 

 

A dedicação das equipes da Delage e Pacheco trouxe um resultado impressionante, com a nova operação sendo iniciada em apenas 45 dias. Um ponto que fez a diferença foi a grande expertise da Delage em Gestão de Projetos, garantindo o cumprimento de todos os prazos estabelecidos no plano de ação. Além disso, no novo CD, ao contrário do CD da Pavuna (onde o picking era realizado pelo pick-to-light da KNAPP®), o picking passou a ser inteiramente gerenciado pelo WMS Delage® Rx, mantendo produtividade na separação de mercadorias e proporcionando agilidade e assertividade no abastecimento das lojas.

 

Hoje, o CD da Drogarias Pacheco movimenta cerca de 700 mil unidades/dia, com 100% de picking com RF (mais de 600 dispositivos) e toda a gestão realizada pelo WMS Delage® Rx. O grande sucesso alcançado na resolução do incidente mostrou que parcerias de sucesso se constroem com confiança e trabalho em equipe.

6 dicas valiosas para escolher o melhor fornecedor de tecnologia para a sua empresa

Conheça os segredos que garantem uma parceria acertada e os melhores resultados

 

fornecedor-tecnologia-1Se há décadas atrás, contar com tecnologias era uma exclusividade das grandes corporações que recebiam altos investimentos, hoje essa realidade está bem diferente. A tecnologia deixou de ser um item raro para se tornar parte da realidade de todo negócio, estando mais disponível e acessível a todos. Esse cenário também se estende às empresas de logística, que hoje contam com ferramentas específicas que auxiliam muito na complexa operação dentro de um CD. Um exemplo é o WMS, software de gestão de armazéns, o qual já é utilizado pelos grandes líderes do segmento de Supply Chain, e não apenas eles: muitas empresas de porte médio já perceberam que vale a pena investir no sistema para aumentar os ganhos e alcançar o crescimento desejado. Mas então, fica uma dúvida: se contar com tecnologia já não é um diferencial, o que realmente faz a diferença? A resposta está na escolha do fornecedor certo.

 

Costumamos dizer que a boa relação entre uma empresa e os seus fornecedores é peça-chave para alavancar o negócio. Contudo, não basta apenas um contato sadio. É preciso que se tenha total confiança tanto no fornecedor quanto na solução que ele está oferecendo. E o segredo para alcançar essa confiabilidade é avaliar aspectos importantes relacionados à empresa de tecnologia. Questionar, comparar e buscar o máximo de informações possíveis é essencial. Não deixe que nenhuma dúvida permaneça antes de fechar um contrato – se isso acontecer, pode ser uma evidência de que a escolha não foi boa.

 

Como escolher o melhor fornecedor de tecnologia

Hoje o que não faltam são opções de tecnologias e soluções disponíveis no mercado. Certamente, você recebe uma série de telefonemas e e-mails semanais de empresas oferecendo seus produtos e serviços e afirmando que eles vão resolver todos os seus problemas. Mas será que as melhorias virão em um passe de mágica? Infelizmente, não. Para que os resultados realmente apareçam, você tem que escolher bem o seu fornecedor. Para te ajudar nessa tarefa, trazemos algumas dicas valiosas a seguir:

 

# Dica 1: Saiba exatamente o que a sua empresa precisa

Você só terá condições de avaliar as opções de fornecedores e seus produtos/serviços se souber muito bem o que o seu negócio está precisando naquele exato momento. Por exemplo, se você é do segmento de e-commerce e já constatou que as entregas estão lentas, procure primeiro descobrir a razão disso estar acontecendo antes de adquirir uma tecnologia. Supondo que tenha descoberto falhas no picking, você poderá buscar sistemas e automação que possam ajudar nesse processo, avaliando suas funcionalidades, a diversidade de picking oferecida e se os modelos atendem às especificidades da sua operação, a infraestrutura e requisitos necessários para a implantação, dentre outros detalhes. Você também poderá consultar os cases voltados exclusivamente para o aprimoramento do processo de separação e, inclusive, agendar visitas aos clientes dos fornecedores para ver de perto como tudo funciona.

 

# Dica 2: Avalie a experiência da empresa na área em que ela atua

A análise da expertise do fornecedor é um ponto importante a ser considerado. Tente conhecer o histórico da empresa, suas referências, número de projetos implementados e cases de sucesso. Busque informações sobre o tempo de atuação no mercado, prêmios e certificações, clientes atendidos e os resultados que eles alcançaram. Se possível, converse com os gestores da empresa para conhecer os seus valores e avaliar se eles são condizentes com os valores do seu negócio. Entenda também se esse fornecedor tem uma ampla percepção das especificidades do seu segmento e também da sua operação logística.

 

# Dica 3: Analise os atuais clientes desse fornecedor

O cartão de visitas principal de qualquer empresa são os seus clientes. Se aqueles que foram ou são atendidos por ela alcançaram os resultados esperados, sejam quanti ou qualitativos, isso já é um bom sinal. O ideal é ir além dos cases, buscando conversar com alguns desses clientes para conhecer a sua experiência de implantação no armazém e o suporte oferecido.

 

# Dica 4: Não foque exclusivamente no preço – avalie o ROI

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Um ponto comumente avaliado na hora de adquirir uma nova tecnologia é o preço. Entretanto, não basta apenas mensurar quanto a sua empresa precisará investir, mas sim qual o seu Retorno Sobre o Investimento (ROI). Por exemplo, se você investe em uma solução e em poucos meses essa tecnologia te proporciona um aumento expressivo nas vendas, elevando o seu faturamento, isso significa que você teve um ótimo ROI. Pode acontecer também de a sua empresa ter uma grande economia nas despesas com pessoal, gerando ganhos da mesma forma. Nesse sentido, você deve focar nos ganhos reais que a solução oferece, avaliando, inclusive, os números alcançados pelos clientes do fornecedor.

 

# Dica 5: Questione sobre avanços concretos

Ao vender uma ferramenta de tecnologia, o fornecedor pode dizer algo como: “seu negócio vai melhorar”. Em alguns casos, fica uma indefinição sobre o que realmente a sua empresa vai ganhar, ou seja, aonde ela vai chegar. Por isso, nas conversas iniciais com os representantes da empresa de tecnologia, é importante questionar: “Será possível mensurar os resultados de maneira efetiva?”.

 

Por exemplo, ao adquirir um WMS, você terá promessas de ganho de performance. Mas como isso será medido? O sistema possibilitará a geração de KPIs sobre produtividade de funcionários, redução de movimentações, tempo de preparo do pedido? Você conseguirá acompanhar isso em tempo real para fazer os ajustes necessários? Tudo isso deve ser ponderado.

 

# Dica 6: Compromisso com o cliente

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Na grande maioria dos casos, a relação com o fornecedor não termina com a aquisição da tecnologia. Após a sua implementação, você deverá contar com todo o suporte técnico para evitar quaisquer falhas ou perdas. E essa sustentação precisa ser rápida e assertiva, principalmente em se tratando de uma operação logística que não pode parar. Por isso, avalie o compromisso que o fornecedor terá com a sua empresa, a qualidade do serviço prestado e o tempo de retorno prometido.

 

Conhecer bem o trabalho da empresa fornecedora da solução é tão ou mais importante que analisar o produto que ela te oferece. O sucesso da implantação da tecnologia depende de outros fatores que vão além da ferramenta em si. Por isso, examine todas as opções que você possui e escolha uma empresa que reúne experiência, flexibilidade, transparência, resultados e uma boa relação com seus clientes.

 

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WMS Delage® Rx obtém validação internacional pelo 10º ano consecutivo

Sistema integra, desde 2010, o banco de dados do Instituto Fraunhofer, que valida WMS em todo o mundo

 

Pelo 10º ano consecutivo, o WMS Delage® Rx foi incluído no banco de dados da renomado Instituto Fraunhofer, localizado na Alemanha, que atesta e valida WMS em todo o mundo. O sistema da Delage é o primeiro e único WMS do Hemisfério Sul a contar com essa importante validação, que já acontece desde 2010, demonstrando que está na vanguarda das novas tendências.

 

Para integrar os dados do Fraunhofer, o software precisa atender a uma série de requisitos definidos criteriosamente pelos pesquisadores do órgão. Nesse sentido, o fato de o WMS Delage® Rx ter sido incluído demonstra que o sistema preenche todos os critérios necessários de uma solução de software padrão moderno.

 

De acordo com Eduardo Peixoto, CEO da Delage, “um software de logística moderno é caracterizado por um alto nível de padronização”. E, quanto maior o nível de padronização, mais seguro é o sistema. “Os clientes de hoje estão colocando mais valor do que nunca em software padronizado que é fácil de operar e pode ser flexivelmente adaptado aos processos sem qualquer programação adicional. Há uma clara tendência para a individualização através de configuração ou parametrização sem esforço de programação “, acrescenta Peixoto.

 

Sobre o Instituto Fraunhofer:

A Associação Fraunhofer (em alemão, Fraunhofer-Gesellschaft) é uma organização de pesquisa, que conta com 69 institutos espalhados por toda a Alemanha, cada um deles com foco em um campo diferente da ciência aplicada. A organização tem ainda seis centros nos Estados Unidos, que compõem a “Fraunhofer USA”, e três em países do continente asiático.

 

Um dos seus institutos é Fraunhofer IML, que oferece serviços inovadores de pesquisa, desenvolvimento, engenharia e consultoria e soluções criadas sob medida para empresas de todos os setores. Além disso, a entidade coopera com instituições científicas internacionais e com empresas de todos os setores, em todo o mundo. O Fraunhofer IML possui laboratórios de ponta e um grande número de pesquisadores com vasta experiência.

Publicada nova Resolução sobre as boas práticas de distribuição, armazenagem e de transporte de medicamentos

A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) acaba de publicar a RDC nº 304, que dispõe sobre as boas práticas de distribuição, armazenagem e de transporte de medicamentos. A norma se aplica para todas as empresas que atuam nas referidas áreas, as quais devem se responsabilizar pela qualidade e segurança dos fármacos. Os princípios dispostos na nova resolução também se aplicam à logística reversa.

 

A RDC trata da organização e administração da empresa, do seu pessoal e do Sistema de Gestão da Qualidade (com subseções sobre a documentação exigida, o atendimento às reclamações dos clientes, o recolhimento de mercadorias, os procedimentos para as devoluções, auto inspeções, qualificações e validações). A nova resolução estabelece também regras para as instalações de armazenagem, armazenagem, recebimento e expedição, transporte em trânsito, terceirização dos serviços e manuseio e armazenagem de medicamentos termolábeis.

 

Um dos pontos importantes está no Art. 8º, que estabelece que “os estabelecimentos que exerçam as atividades de distribuição, armazenagem ou transporte de medicamentos devem dispor de sistema de gestão da qualidade capaz de documentar, verificar e assegurar os requisitos específicos a cada operação com impacto na qualidade executada”. Isso significa que as empresas precisam registrar todas as movimentações dos medicamentos, contando com alta rastreabilidade e segurança, e garantir o cumprimento das normas de armazenagem específicas para cada item.

 

A RDC determina que os funcionários cuja atribuição tenha relação com o Sistema de Gestão de Qualidade devem receber treinamento inicial e periódico. Além disso, todos os processos que impactam na qualidade dos medicamentos ou dos serviços prestados devem ser mapeados. O Art. 18 lista 17 funções que devem ser exercidas pela área do Sistema de Gestão de Qualidade, dentre as quais destacam-se:

 

  • Adotar e manter programa de auto inspeções;
  • Supervisionar as atividades de recolhimento, incluindo simulações de recolhimento;
  • Receber e investigar as reclamações;
  • Gerenciar os produtos devolvidos;
  • Implementar um sistema para controle e gerenciamento de mudanças;
  • Garantir a integridade e rastreabilidade dos medicamentos.

 

Quanto a documentação, a RDC determina que “os registros, manuais ou eletrônicos, devem ser prontamente recuperáveis, e devem ser armazenados usando medidas de segurança”. Outra exigência é que seja mantidos backups dos registros eletrônicos, sendo que “os registros manuais ou eletrônicos devem ser mantidos por no mínimo 5 (cinco) anos após sua obsolescência”.

 

Reclamações, recolhimento e devoluções

 

Em relação ao atendimento às reclamações dos clientes, a empresa deve contar com um serviço de atendimento para essas demandas, sendo que aquelas relacionadas com a qualidade, autenticidade, legalidade ou integridade dos medicamentos ou relacionadas a eventos adversos precisam ser registradas e investigadas, com a realização de ações corretivas.

 

No que tange ao recolhimento dos medicamentos, é de responsabilidade detentor do registro a coordenação do recolhimento. Contudo, a RDC determina que “a participação no recolhimento pela distribuidora, armazenadora ou operador logístico estende-se proporcionalmente à contribuição de cada um no mapa de distribuição e à causa raiz do recolhimento”. Além disso, “os mapas de distribuição devem ser prontamente recuperáveis durante tempo condizente com a validade dos medicamentos distribuídos” e os “dados cadastrais relativos às empresas constantes no mapa de distribuição devem estar atualizados”. Outra exigência é que todos os clientes e autoridades sanitárias sejam notificados imediatamente quando for constatada a necessidade do recolhimento de determinado lote.

 

Já em relação às devoluções, a resolução estabelece que antes que um medicamento devolvido seja reintegrado ao estoque comercializável, é mandatório registar e ponderar os seguintes dados: motivo da devolução, as condições de armazenagem e transporte empregadas pelo comprador, a integridade da embalagem secundária original e o prazo de validade.

 

Armazenagem, recebimento e expedição

 

O Art. 42 da nova RCD determina diversos pontos que devem ser cumpridos para o exercício da atividade de armazenagem de medicamentos:

 

I – área de recebimento e expedição de medicamentos separadas entre si;

II – área de armazenagem geral de medicamentos;

III – área ou local de armazenagem de medicamentos devolvidos;

IV – área ou local de armazenagem de medicamentos reprovados, vencidos, recolhidos,

suspeitos de falsificação ou falsificados;

V – área ou local de armazenagem de medicamentos sujeitos ao regime especial de controle,

quando aplicável;

VI – área ou local de armazenagem de medicamentos em quarentena, quando aplicável;

VII – área de armazenagem de medicamentos com radionuclídeos, quando aplicável;

VIII – área de depósito de materiais de limpeza;

IX – área de administração; e

X – área de cantinas ou refeitórios, quando existentes, e de vestiários, sanitários e lavatórios, sem comunicação direta com as áreas de armazenagem.

 

A norma estabelece ainda que as áreas de armazenagem precisam contar com equipamentos e instrumentos de controle e monitoramento da temperatura e umidade. Importante destacar também que as condições de armazenagem devem seguir as especificações do detentor de registro e que o armazenamento deve obedecer a um endereçamento lógico que evite trocas e forneça a localização inequívoca dos itens. Outra determinação é a de que sejam realizados inventários periódicos do estoque.

 

Quanto ao recebimento e expedição, é obrigatório que todos os itens que chegam ao armazém sejam verificados e registrados, cadastrando os seguintes dados: os números de lote, data de validade e quantidades recebidas frente aos pedidos efetuados e notas fiscais recebidas. As cargas que não cumpram com os requerimentos do recebimento devem ser devolvidas no ato do recebimento ou devem ser postas em quarentena. A norma também especifica os dados que precisam constar nos arquivos eletrônicos relacionados à expedição e destaca que o ordenamento das cargas deve ser feito de forma a evitar danos nos medicamentos. Já em relação ao transporte e armazenagem em trânsito, as diretrizes são as mesmas que as estabelecidas para as instalações, armazenagem, recebimento e expedição.

 

Para ler o texto na íntegra, clique aqui.

Mais uma grande empresa se junta aos clientes Delage: Med Center Comercial agora é WMS Rx

A Med Center Comercial, empresa especializada na distribuição de produtos das linhas genéricos, similares, éticos, materiais hospitalares e produtos odontológicos, com mais de 20 anos de experiência, acaba de escolher o WMS Delage® Rx para o seu armazém de Pouso Alegre – MG, com área de 4.000 m². O sistema da Delage irá auxiliar a empresa em toda a sua gestão intralogística, com movimentação de mais de 7.000 SKUs e distribuição para mais de 3.500 clientes. A empresa tem como fornecedores os principais laboratórios/fabricantes do mercado médico e farmacêutico, como Prati Donaduzzi, EMS, Cimed, Neoquimica, entre outros.

 

Um dos grandes diferenciais da Med Center é a sua agilidade e segurança na distribuição. Atualmente, a empresa faz entregas para as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste em prazos que vão de 24 a 72 horas, e com o WMS Delage® Rx o objetivo é elevar a performance para atingir uma velocidade ainda maior, elevando o padrão de atendimento aos seus clientes.

 

Um dos focos da empresa é o investimento em tecnologia para o aprimoramento dos processos, daí a nova parceria firmada com a Delage. A Med Center tem como filosofia aliar o seu crescimento à melhoria do desempenho e qualidade de atendimento aos clientes. Além disso, a empresa prioriza boas práticas para padronizar os procedimentos, tornando-os mais seguros, eficientes e eficazes.

 

A Delage dá as boas-vindas à Med Center e espera que todas as suas expectativas sejam superadas com mais essa parceria de sucesso!